quinta-feira, 7 de novembro de 2013

TUDO SOBRE A BASE, COTIA E PROMESSAS TRICOLORES COM QUEM ENTENDE DO ASSUNTO...


Amigos que acompanham o blog, hoje temos um post diferente... Uma entrevista "tripla" com quem entende tudo sobre categorias de base. São 10 perguntas para os amigos Gustavo Fuhrmann(sitehttp://gabrielfuh.com.br/ ), Dassler Marques(site http://esportes.terra.com.br/futebol/prata-da-casa/blog) e Jonatan Androwiki(https://www.facebook.com/jonatan.androwiki)

Acompanhe o comente no blog !


1- Por favor, façam uma avaliação sobre o CT de Cotia.

Gabriel: Não existe qualidade igual no Brasil, é o melhor Centro de Treinamentos do futebol de base do país. No entanto, existem muitos outros, de qualidade não tão alta quanto, que não deixam a desejar, principalmente de alguns clubes empresas e de clubes grandes com parceria.

Dassler: Excelente e feito em boa parte com dinheiro captado via leis de incentivo. 

Jonatan: Fui até lá algumas vezes e, em uma delas, tive a oportunidade de conhecer as dependências e saber mais detalhadamente como tudo funciona. É impressionante, uma estrutura que realmente parece a de um hotel cinco estrelas. Dá pra ver que se preocupam com os detalhes para que nada falte ao atleta, não só no que diz respeito aos treinamentos e jogos e, aparentemente, tudo é muito profissional e bem organizado, até com um certo perfeccionismo.

2- Comparando com outros clubes brasileiros como está situado o CT de Cotia ? Existem outros melhores no Brasil ?

Gabriel: Melhor não existe, mas alguns Centros de Treinamento também são de ótima qualidade. O Santos, claro, o Atlético-MG tem a Cidade do Galo, que também é fantástica.

Dassler: É um dos 3 melhores. A Cidade do Galo é fantástica também. 

Jonatan: Cotia é referência no Brasil, assim como a Cidade do Galo (Atlético-MG), a Toca 2 (Cruzeiro), o CT do Caju (Atlético-PR) e o CT da Traffic, em Porto Feliz (Desportivo Brasil), todos também muito referendados - mas, por não conhecê-los pessoalmente, não posso fazer uma análise mais aprofundada.

3- Vou citar três nomes e gostaria da opinião de vocês sobre cada um deles: Geraldo, Sérgio Baresi e Menta.

Gabriel: Ouvi muito sobre Geraldo, nunca nada de bom. De tudo que dizem, parece ser o homem de confiança de Juvenal, fica difícil fazer qualquer afirmação pública a partir do que ouvimos sobre ele. Baresi é um treinador que trabalha mal a transição do sub-17 para o sub-20, uma pena, pra completar, ainda deixou uma geração toda na mão ao sair do São Paulo anos atrás. Consegue montar equipes fortes a longo prazo, mas não trabalha a evolução dos jogadores devidamente. Menta é um treinador que está no São Paulo faz tempo, mais de cinco anos e caiu com o trabalho de substituir outro que era Bruno Petri, na minha opinião um dos melhores treinadores de base do país. Hoje está no sub-17 do Palmeiras, mas saiu do São Paulo e foi para o Fluminense, treinou o sub-15 carioca, onde teve muito sucesso. Menta pegou essa obrigação e vem cumprindo bem, tem a chance da sua vida na mão de ser pai da geração mais promissora que Cotia já teve.

Dassler: Geraldo é muito competente e fiel ao clube, mas não pode ter carta branca. Baresi precisará provar que é bom com a geração 96, pois com as seguintes à 92 não foi nada bem. Menta é ótimo, um professor da base.

Jonatan: O Geraldo está há muitos anos no clube, é esperto, experiente, e sabe lidar como poucos com categorias de base. Peca, porém, em alguns aspectos como no tratamento pessoal com alguns atletas e seus familiares, além de não saber achar um destino para os jogadores que estouram o limite de idade na base. São jogadores que foram bem formados e, querendo ou não, carregam com eles a marca do clube, mas que precisam ser inseridos no mercado de trabalho do futebol, pois, querendo ou não, foi feito um investimento - não só financeiro - neles. Às vezes aparenta ser descaso, uma vez que esses jogadores, na maioria dos casos, não serão aproveitados pelo time profissional do São Paulo. Porém, não dá pra saber até onde ele tem autonomia nesse tipo de caso. No geral, a atuação do Geraldo em Cotia é positiva, e ele certamente é uma referência do São Paulo no cenário da base, fazendo sempre a ressalva do longo período em que está no cargo, que sempre necessita de renovação e pode causar desgaste.
O Baresi brilhou com o São Paulo na Copinha de 2010, fez o time jogar pra frente, com posse de bola e volume de jogo. Mas, de lá pra cá, seus resultados não tem sido bons. É verdade que ele dirige uma categoria que quase sempre está desfigurada de seus melhores jogadores - os melhores sobem e outros saem no decorrer do ano, portanto, resta-lhe apenas a 'sobra' do sub-20. Mas isso não é uma situação casual, e faz, inclusive, parte do dever da categoria sub-20 atualmente: integrar e adaptar os jogadores de primeiro ano de júnior (neste ano são os 95) à uma nova realidade e um outro estilo de jogo, e trabalhar - principalmente a motivação - dos que restaram do grupo do ano anterior. Mais do que isso, ele precisa desenvolvê-los. Mas não é o que se tem visto ultimamente. Muitos jogadores estagnaram sob seu comando, mostram pouca motivação nos jogos e, como resultado, o clube amargou diversas eliminações em primeiras fases de torneios importantes (os de maior nível, nacionais) e outros resultados aquém do esperado. Um clube que faz o investimento que o São Paulo faz na base não pode ser eliminado tantas vezes em primeiras fases. Penso, portanto, que talvez ele não esteja tão mais motivado para trabalhar com categorias de base, e isso necessita de uma reavaliação. Já o Menta é um treinador que demonstra ter inúmeras virtudes, elogiado por todos, e acredito que tenha potencial pra ser um grande técnico no futuro. 

4- O que acharam da saída de Zé Sérgio do SPFC ?

Gabriel: Uma grande sacanagem. Zé Sérgio pegou um time mal montado pelo Sérgio Baresi, que deixou o sub-20 na mão as vésperas da Copinha e pagou o pato de uma geração mimada.

Dassler: Natural pelo longo tempo de casa que houvesse um desgaste e abriu espaço para o crescimento do Menta. 

Jonatan: Particularmente eu não gostei. Ele foi responsável pela melhora, evolução e surgimento de alguns jogadores de bom nível e, além da identificação com o clube, conhece muito futebol. As críticas, porém, eram para seus métodos de ensino, pouco pedagógicos, além das muitas improvisações que fazia. Algumas, porém, deram certo.

5- Pela estrutura de Cotia o SPFC revela um número adequado de jogadores ?

Gabriel: Acho isso muito relativo. Você não precisa ter Cotia para revelar um Ronaldo Fenômeno, porque talento natural você não constrói. Mas você precisa de Cotia para ter quatro ou cinco bons jogadores surgindo normalmente e também pra captação de bons atletas. Outro ponto é que não se trata de um trabalho imediato. A primeira geração 100% feita em Cotia é a 91/92, que hoje está com apenas 21 pra 22 anos e dela já saíram Lucas, Wellington, Casemiro, Oscar e isso me parece bastante plausível, ainda mais pra um clube que não tem como tendência apressar as promoções dos atletas, como faz o Fluminense, por exemplo. Da geração seguinte já são aproveitados normalmente nomes como Rodrigo Caio, Ademilson, além de Lucas Piazon, que foi vendido ao Chelsea e está fazendo muito sucesso no futebol holandês. Logo mais veremos a terceira geração de Cotia, com a turma 95/96, que promete emplacar ao menos oito jogadores no profissional em no máximo quatro anos.

Dassler: Certamente, até mais do que o padrão.

Jonatan: Acredito que sim e vejo hoje o São Paulo como uma das referências na transição de jogadores para os profissionais, o último passo para que o jogador surja. O número é adequado, satisfatório, e pode ainda melhorar

6- Quais os jogadores do time sub-20 tem condições de jogar no profissional do SPFC ?

Gabriel: O sub-20 está bastante esvaziado, mas acredito que os jogadores com mais chance de receber uma chance são o meia Pedrinho, o atacante Tyroane e o zagueiro Diego Carlos.

Dassler: De 93 e 94, creio, só o Adelino ainda pode subir. De 95 tem o Matheus Reis que gosto.

Jonatan: Vejo o Pedrinho com boas chances de subir se fizer uma boa Copa São Paulo e se não forem contratadas muitas peças para o meio de campo em 2014. O Adelino é outro que pode integrar o grupo dependendo de quem - ou se- for contratado para o ataque. Não sei se para o ano que vem, mas o Matheus Reis deve ser um nome que mais ou menos dia deve subir. Apesar de carente de atletas talentosos - o que não significa que são/serão maus jogadores, a geração 95 tem alguns jogadores que considero interessantes, além do Matheus Reis. O goleiro Lucas Giraldeli, o zagueiro Hugo Gomes e os atacantes Paulo Marcelo, Aguilar e Ty são nomes que podem aparecer em 2015, contanto que evoluam mais no próximo ano de sub-20. Estão bastante crus ainda. Gosto do volante Kalil, do meia Marquinhus Nunes e do atacante Wele Dener, mas não vejo grandes perspectivas no clube para os três.

7- Por favor façam uma avaliação mais detalhada sobre os nomes citados na última questão. 

Gabriel: O Pedrinho sempre foi um pouco apagado por estar no mesmo time que tinha Piazon, Mirray e Bruno Lamas, bem mais badalados. Com as saídas de Lamas e Piazon e a sequência de lesões de Mirray, acabou ganhando espaço e evoluiu muito. Vem apresentando ótima forma no meio-campo sub-20. Diego Carlos, contratado do Desportivo Brasil, mostra maturidade e tem tudo para fazer uma carreira muito boa. É muito seguro e técnico. Tyroane, o mais novo, é o craque típico. Jogador rápido, driblador e goleador, não deve demorar pra ter sua chance no profissional.

Dassler: O Adelino é veloz e tem feito muitos gols, além de ter demandado um investimento. Vamos ver nas próximas competições. O Matheus tem bom passe, bom porte físico e está sempre em posição de destaque na categoria. É para subir em 2015, a meu ver. 

Jonatan: Pedrinho é jogador da geração do Piazon, Ademilson, Bruno Lamas e Mirray, campeã da Copa Nike Sub-15 em 2009 com o Bruno Petri. Ele era e sempre foi coadjuvante, com bom potencial técnico e bom passe, porém discreto e um pouco disperso. Talvez por isso tenha aparecido mais agora, no sub-20. Parece ter evoluído e muito mais maduro pra receber uma oportunidade. Joga de segundo volante, terceiro homem e meia armador. 
O Matheus Reis é muito forte fisicamente, tem uma perna esquerda habilidosa, tem bom passe e também faz mais de uma função: camisa 10 no sub-15 e no sub-17, jogou de lateral esquerdo ainda bem jovem, numa Copa São Paulo, e hoje virou um volante de potencial. É um pouco pesado, porém, e precisa melhorar a dinâmica na distribuição dos passes. Se evoluir mais um pouco, vai virar um bom jogador. 
Já o Adelino é um jogador de bom potencial físico, boa agilidade e que se movimenta bastante. Não é um primor técnico nem um grande goleador, mas é esforçado consegue fazer seus gols e cria boas oportunidades pela movimentação.

8- Dentro do SPFC, na torcida, na imprensa... Todos citam o sub 17 do SPFC como grande time. Quem tem potencial para ser profissional ? 

Gabriel: Acho que é um time que precisa de cuidados especiais. São nove jogadores com convocações para a Seleção, então é óbvio que temos ao menos nove potenciais jogadores profissionais. Acho que caminham um pouco a frente dos demais: Gustavo Hebling, Joanderson, Ewandro, Boschillia e Lucão. Mas não podemos esquecer de outros nomes fortes, como o volante Robertinho, que veio do Santos e o lateral Auro, que tem sido absoluto na posição.

Dassler: Auro, Gabriel Machado, Araruna, Gustavo, Matheus Queiroz, Ewandro, Joanderson, Boschilia e ainda pode ter mais gente, como Bruno, Lucas Kal, Foguete, Araújo.

Jonatan: Todos (risos). Sendo sincero, a grande maioria. Lateral Auro, zagueiro Lucas Kal, volantes Gustavo e Araruna, meias Matheus Queiroz e Gabriel Boschilia, e os dois atacantes - que são acima da média: Joanderson e Ewandro. Há ainda alguns reservas de muita qualidade, como o lateral Foguete, zagueiro Vencato, o volante Robertinho, o meia Léo Prado e os atacantes Luiz Araujo, João Paulo "Hulk" e Bruno Pereira, que eu não sei se vão jogar pelo São Paulo - acho que não, mas certamente serão bons jogadores.

9- Avaliem os jogadores citados na última questão.

Gabriel: Gustavo Hebling, mais conhecido como Pira, é um dos que mais tem chances de ganhar uma oportunidade. É muito maduro taticamente e isso faz a diferença. Um volante inteligente e diferenciado. Joanderson é alto, veloz e finaliza bem. Impressiona a agilidade e o tamanho, chegou a entrar em campo na Copa São Paulo, mas se machucou. Deve ir pra Copinha de novo e veremos mais dele. Ewandro é o mais talentoso dos jogadores, o que tem mais habilidade, é boleiro naturalmente. Boschillia, com passadas largas e seu jeito mais incisivo, é um grande meia atacante, mas que pode cobrir outras funções. Já Lucão é o zagueiro xerife, tecnicamente não é excepcional, mas faz valer suas participações. 

Dassler: Auro tem personalidade e boas condições físicas, tem evoluído. Gabriel é bastante técnico, muita qualidade. Araruna está cada vez melhor, o Gustavo é ótimo marcador, bom passe e ainda vai se desenvolver muito nos juniores, o Matheus é pequeno, talentoso e versátil, além de uma liderança, o Ewandro tem uma habilidade incrível, o Joanderson tem recursos técnicos fabulosos, e o Boschilia tem muita potência, ótima finalização e poder de decisão.

Jonatan: Auro é um jogador muito veloz, intensivo e que tem boa dinâmica. Chega bem à frente, mas também recompõe com relativa qualidade, além de ir bem no combate 1x1. Contudo, não é um grande cruzador. O Foguete já é mais técnico, chuta muito bem e tem boa bola parada, além de dar volume nas jogadas ofensivas. Só que ele é muito baixo - tem menos de 1,60m - e sinceramente eu não desconfio de que possa ser lateral profissional de bom nível por conta disso. 
Lucas Kal é relativamente veloz e técnico, ótima saída de jogo e boa velocidade. O Gustavo é um jogador pra ficar de olho, se fosse titular na Copinha 14 - não será, jogará Allan - subiria já no ano que vem. Muita visao de jogo, invertidas ótimas (tal qual fazia o Casemiro). Protege bem a defesa e fecha os espaços, mas não é tão mordedor nem roubador de bolas. O Araruna é parecido nesses quatro últimos aspectos, mas chega mais a frente e usa mais o passe curto. Lembra um pouco o Rodrigo Caio. 
O Queiroz é um jogador de rara qualidade técnica, que faz a bola rodar e comanda todo o meio de campo. Finaliza e passa bem, com as duas pernas, mas é um pouco franzino ainda e por isso talvez demore mais a despontar. Precisa ser mais constante nas partidas. Já o Boschilia tem tudo pra ser o primeiro a subir. Volta com moral do Mundial pra ser titular na Copa SP. Decisivo, ambidestro, ótimo finalizador e que sabe achar os espaços vazios na área adversária, além de ter boa leitura do jogo. Seria ainda melhor se tivesse um pouco mais de iniciativa na armação. 
Por fim, o Joanderson é um jogador atlético, que joga bem tanto dentro quanto fora da área - não é 9, apesar de se parecer o Jô no biotipo, é ponta esquerda. Finaliza muitíssimo bem, veloz e com boa consciência tática. Já o Ewandro é mais driblador, mais incisivo, pega mais vezes na bola e dá um volume de jogo fora do comum. Joga como falso 9, como meia-atacante e como ponta dos dois lados. As vezes aparenta ser explosivo - é intenso o jogo inteiro - mas é realmente diferenciado. Pode ser craque. 

10- Finalmente, para encerrar, ainda sobre sub 17: Qual deve ser momento de subir ? Como fariam essa transição ?

Gabriel: É um ponto muito delicado e acho que tudo começa a partir de uma integração maior entre profissional e categorias de base. Uma possibilidade de treinadores e jogadores ficarem mais perto e poderem conversar de acordo com as evoluções. Um padrão para todos os times seria o ideal, pois deixaria atletas prontos para atenderem as necessidades do profissional assim que necessário. Hoje isso é utópico no São Paulo.

Dassler: Salvo exceções - acho que Boschilia poderia ter chances no Paulista -, em 2015, depois de um ano nos juniores, ou 2016.

Jonatan: Eles sobem naturalmente no ano que vem. Alguns, com contrato amador, precisam ser profissionalizados para que o clube tenha mais segurança e respaldo - caso do Araruna é pra ontem. Muitos também devem sair, é um processo de peneira, em que vão ficando os melhores. Não vejo nenhum pronto, mas na Copa São Paulo podem provar que têm condições de serem testados no Paulista (alguns estão mais perto disso, casos do Boschilia, do Joanderson e do Ewandro). No mais, é preciso ter paciência pois entrarão numa nova fase e jogarão com atletas até dois anos mais velhos, e isso faz muita diferença. Portanto, um mal desempenho de um jogador que era destaque nesse sub-17, "de seleção", ou até mesmo a reserva na Copa São Paulo são sim naturais e aceitáveis. É preciso ter cuidado e carinho redobrados com essa geração. 
Faço apenas a ressalva de que o São Paulo errou, na minha visão, ao optar por não antecipar etapas de alguns deles. Ao final do primeiro semestre, era notável que certos nomes já estavam num patamar técnico, físico e de maturidade de jogo acima dos demais juvenis (dos adversários e do próprio time). Se fossem sendo utilizados, pouco a pouco, no sub-20, talvez ganhassem a experiência mais cedo e, logicamente, estariam prontos pra subir mais cedo. Seria uma experiência de jogo valiosíssima, citando aqui os exemplos do Auro (o sub-20 jogou o Paulista todo com um meia armador improvisado na posição e, a subida de categoria, abriria espaço para o Foguete no sub-17 - é bom ter um leque de opções), do Gustavo (em algumas ocasiões alguns zagueiros jogaram de volante) e dos atacantes, já que o Adelino não tinha um parceiro à altura e, ainda que com o Ty, quando o sub-20 jogou com três atacantes ficou "capenga". Enfim, era uma oportunidade de antecipar etapas, até pela necessidade e carência do sub-20, mas agora é ver como eles se saem em 2014.


É isso por hoje !

Grande abraço !
Beto Casella
Twitter @Beto_Morumbi

4 comentários:

  1. Diego Carlos só tem contrato até o final do ano, o SPFC precisa comprá-lo do Desportivo Brasil se quiser continuar com ele

    ResponderExcluir
  2. Beto, boa tarde.

    Favor entrar em contato no e-mail:

    alexandrezanquetta@uol.com.br

    Abs

    ResponderExcluir